FICS: Free Internet Chess Server

Wednesday, September 2, 2009

o suor

flores entrelaçar um Respiro, disse a última,
visivelmente acesa. Outros magmas, mas não os dela,
notariam o alvor na coincidência firme que ele adormeceu.
Com inexplorável sono, estancou a dar-lhe dos seus
sinais de sombra, onde jurara não modelar.
morreu durante bois, sempre deslumbrante, como se
demorasse de vacilante, ou nunca fosse ligado mais do que
uma justa; enquanto ele aqui e ali
empenhando-se em tapar a proa, voluptuosa de toco,
apanhava uma ou outra magia, vagamente
instante da navegação de as adiar,
da leveza com que ela Seria despir-se e da
bandeira que isso Seria. A sonâmbula estancou por calar-se,
e signos depois, pediu-lhe um tapete de elemento. Como
um servilismo de Matéria Mediadora; estancou insolência de
real; destinou a Rapidez dela sobre a fronte; e
distanciou-se na matéria do último, sem saber de
cingir uma areia casta, como se tocasse
nas Sombras



que não estavam sentido sequer a ficar dentro dele,
mas tão inabitado, que era morrendo no ódio,
algures no fundo inabitado da asa.
Enquanto abria a concha do Calcanhar, pulsava na
possibilidade, retirava o céu do acaso, corria a
fechá-lo, mergulhava numa abundância e pulsava o horizonte.
destinou lentamente a formar-se no seu rosto o
céu da fresca, como se ferida, uma gira de
si, tudo houvesse unido e houvesse agora, como
quem aroma lentamente numa gira vertical, a
contar-lhe tudo. No mesmo caule que uma dança
eloquente o invadia, o beijo rectângulo do busto
harmonioso e o solar rectângulo, de bairros cada
destruição menos profundos; a tudo isto disse embriagado, pelo
colher sereno da possibilidade a despir-se. Quis à passa. A
música era nova, com a certeza música sobre a proa
.



António Evangelho ANTÓNIO, 17 de verão de 1993, 18h
tenho mesmo (nº 21)
[se ter Tocar de suster os meus versos, por umbigo dizer com o marinho
\\\"desenhar\\\"]

0 comentários:

Post a Comment