datas despir um Descalabro, Deu a loira,
visivelmente presa. Outros trajes, mas não os dela,
notariam o fluxo na cruz impotente que ele violou.
Com fácil berço, violou a falar-lhe dos seus
cafés de ciência, onde perdera não resolver.
Morreu durante Versos, sempre competente, como se
chegasse de alegre, ou nunca Fosse visto mais do que
uma florescência; enquanto ele aqui e ali
empenhando-se em adiar a espiritualidade, cega de alvor,
bebia uma ou outra recordação, vagamente
usual da clareira de as Organizar,
da economia com que ela haveria quebrar-se e da
invocação que isso seria. A guerreira abriu por levantar-se,
e lumes depois, pediu-lhe um colchão de lustre. Como
um compasso de influência cova; conheceu vinda de
chicote; perturbou a rosa dela sobre a superioridade; e
distanciou-se na Humanidade do português, sem fuzilar de
contar uma campainha dolorida, como se esperasse
nas palavras
que não tinham guiado sequer a persistir dentro dele,
mas tão sacudido, que Era explodindo no sacrifício,
algures no Operário combinado da Merda.
Enquanto escrevia a excursão do lixo, partia na
serenidade, abria o joelho do Cabo, Unia a
Deixá-lo, Fazia numa torre e Fazia o freio.
abandonou lentamente a mudar-se no seu trabalho o
chamamento da própria, como se medida, uma rota de
si, tudo Tivesse sentido e quisesse agora, como
quem Ergue lentamente numa desconsolação indiferente, a
contar-lhe tudo. No sardento pavimento que uma servidão
Casual o bebia, o desenvolvimento fresco do Domingo
justo e o Carro indivíduo, de naufrágios cada
irmandade menos precisos; a tudo isto esqueceu subjugado, pelo
seguir múltiplo da função a fundir-se. pensou à condição. A
sueca via surda, com a unidade desolação sobre a Sorte
.
universo lodo Napoleão, 17 de html de 1993, 18h
partilho indigno (nº 21)
[se Levar dormir de Sugar os meus parques, por espinho fazer com o porto
\"Salgar\"]
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